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    foto retirada da internet

 

Acontece-me cada uma, vocês nem imaginam.

A par da minha faceta de super organizada, tenho um lado surreal, que já me colocou em cada situação constrangedora.

Sou super distraída no que diz respeito a nomes de pessoas que não convivo diariamente, a nomes de marcas, a nomes de lojas, a rostos de pessoas que não vejo com muita frequência.

Por exemplo, hoje já me aconteceram diversas situações todas relacionadas com isto, logo pela manhã, em conversa com uma amiga em que ela me pergunta onde comprei uma camisa que trazia vestida, não consegui responder-lhe, embora saiba exactamente onde foi, na altura não consegui lembrar-me do nome da loja. Depois à hora de almoço, fui a uma Perfumaria para comprar um creme para o corpo e queria um da mesma marca do perfume que estou a usar, na altura de pedir, o nome evaporou-se e vi-me obrigada a correr as prateleiras todas à procura e  como não o encontrei a senhora que por sinal era muito simpática chegou-se ao pé de mim e pediu-me autorização para tentar cheirar o perfume que eu estava a usar e não é que identificou quase de imediato o mesmo.

Mas a situação mais constrangedora do dia ainda não tinha chegado e aconteceu á pouco. À cerca de algumas semanas que na Papelaria onde vou quase diariamente está a trabalhar um rapazinho, que apesar do rosto dele fazer-me lembrar alguém, não consegui perceber quem era. E já tinha reparado de que cada vez que lá ia ele olhava para mim insistentemente. Hoje lá deve ter arranjado coragem e estando a papelaria praticamente vazia, dirigiu-se a mim e pergunta-me assim de rajada: Sem ser daqui da papelaria não me conhece de mais nenhum lado? Eu surpreendida pela pergunta, fico um pouco atrapalhada e respondo-lhe que ele me faz lembrar alguém, mas que não sei quem é. Então ele diz-me que é meu primo. Que a avó dele é irmã do meu pai e que a mãe é a G. que por sinal me dou lindamente. Ia-me dando uma coisa. É verdade que não via o miúdo já à algum tempo, mas ele é a cara chapada da mãe, com a qual me cruzo todas as semanas e conversamos imenso inclusivé sobre o filho. 

Por isso é que eu passo por antipática, porque cruzo-me com pessoas na rua e apesar de o rosto delas não me ser estranho, nunca me consigo lembrar de onde as conheço.

 

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