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Nova Temporada "PEPITA"

por mimi, em 26.02.09

 

foto in: http://farm1.static.flickr.com/40/124689773_891d4059b9.jpg

 

Hoje ao consultar o meu Histats, verifico ao contrário de muitos outros blogs que todos aqueles que chegam aqui através de pesquisa é sempre com temas ou frases simples e sem maldade. Isto leva-me a pensar que se calhar os meus post são um tanto ou quanto conservadores ou sem qualquer tipo de malícia, o que acaba por serem monótonos. Não fazia mal focar temas mais polémicos, ou mais ousados. Seria giro ver outro tipo de pesquisas chegar aqui. Até agora é sempre á volta destes temas: marido; avó; filho; pintar unhas; desgosto de amor, etc. 

 

Acho que a partir de agora o "PEPITA" vai entrar numa outra etapa da sua vida em que se vai guiar por ser principalmente mais OUSADO.

 

 

 Observações: Há homens tão bons, tão bons, que dificilmente conseguimos desviar o olhar.

 

 

 

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SENTE-SE REALIZADA??

por mimi, em 23.02.09

 

 

À dias, numa entrevista para a inscrição num curso, fizeram-me esta pergunta:
 
Sente-se realizada?
 
Pergunta, quanto a mim, muito difícil de responder.

O sentirmo-nos realizados, poderá significar, a estagnação. Ou por outro lado, poderá significar que fazemos aquilo que gostamos e com que sempre sonhámos.
 
Mas será que depois de fazermos aquilo com que sempre sonhámos, não surgirão outros patamares, outros sonhos a atingir.
 
Ou será que sou eu a eterna insatisfeita, sempre inconformada e sempre a querer mais e melhor.
 
Não tenho medo do trabalho e muito menos de novas responsabilidades. Aliás são estas coisas que me dão ânsia de querer sempre mais, de agarrar outras oportunidades e de tentar actualizar-me constantemente, porque só assim é possível atingir outros patamares.
 
A minha resposta foi NÃO, não me sinto realizada profissionalmente.
 
Apesar de ter um emprego de que gosto, e de fazer aquilo que gosto, não gosto de pensar que vou ficar por aqui durante muito tempo. Sonho e vou lutando por conseguir sempre melhor, apesar de ter consciência da minha idade (38) e da maldita crise, que faz estagnar tudo.
 
Hoje, ao falar com uma amiga, ela diz-me que eu sou doida por pensar assim. Porque ela, o que lhe interessa mais é manter o seu emprego e receber ao fim do mês, apesar de saber que o dono da empresa onde trabalha quer vendê-la. E apesar de lhe terem oferecido um emprego um pouco melhor, ela negou, porque não está para perder a indemnização que pensa que o patrão lhe vai dar por fechar a empresa, porque não a consegue vender.
 
Eu jamais faria isso. E penso que muitos portugueses fazem exactamente como ela. Até podem saber que a empresa está mal e terem oportunidade de um novo emprego, mas ficam até ao fim, á espera de receber uma mísera indemnização e de irem para o fundo de desemprego.
 
Será isto normal? Será que este também não é um factor que faz agravar a crise nacional?

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Fim de semana prolongado

por mimi, em 19.02.09

Vou de fim de semana.

Três diazitos à maneira. Só é pena o meu pequenote estar um pouquito doente.

Não vos desejo um bom carnaval, porque não aprecio o carnaval.

 

Até à próxima segunda feira.

 

 

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Clausura como solução!!!

por mimi, em 18.02.09

 

Tinha já conhecimento de dois casos e ontem uma amiga contou-me que o irmão também tinha entrado para o seminário.
 
Eu pensava que quando alguém entra no seminário, é porque tem alguma vocação e o intuito de se formar padre. Claro que no decorrer dessa formação poderão chegar á conclusão que afinal não é nada daquilo que querem para as suas vidas.
 
Mas acabo por constatar, que muitas vezes os miúdos são enclausurados num seminário, não por vocação, mas à força, para evitar que entrem por maus caminhos.
 
Os três casos que conheço, são muito idênticos, miúdos na casa dos 15 anos, que não querem estudar, que andam com más companhias, enfim miúdos com os quais os pais não conseguem lidar.
Então a única solução que estes pais encontraram foi colocá-los no Seminário que é o mesmo que colégio interno, só que muito mais rigoroso e com muitas mais regras.
 
Mas pergunto eu: Será que assim os problemas dos filhos ficam resolvidos de uma vez, ou será que não é uma forma de lhes fugir ou até de os adiar?
 
Destas 3 situações, só um dos miúdos já saiu. E o que os pais e irmãos estão a constatar, é que afinal o tempo que ele esteve enclausurado, não resolveu nada, pelo contrário, só adiou o problema. Agora com 19 anos, e depois de ter passado 3 anos no Seminário, está a tentar recuperar o tempo perdido e a fazer as asneiras todas, algumas das quais normalíssimas na adolescência, mas já não muito aceitáveis para um rapaz de 19 anos.
 
Mediante isto, o que acham? Será que enclausurar um jovem num seminário ou num colégio interno é solução?
 

Este é um dos assuntos em que ainda não tenho uma opinião formada e sem dúvidas, porque existem casos e casos. Mas penso que antes de chegar a esta opção, existiriam outras alternativas e sem serem tão radicais

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CONFIDÊNCIAS...

por mimi, em 17.02.09

 

Nunca pensei vir a dizer isto.

 

O momento que mais anseio durante o dia, é o de me deitar e adormecer instantaneamente, e só dormir. Sem preocupações, sem sonhos à mistura, sem sobressaltos nocturnos, nada. Só dormir até demanhã.

 

O dia que mais anseio da semana é a segunda feira de manhã, quando vou trabalhar. Tenho tido uns fins de semana para esquecer, além de cansativos, tenho ficado por casa, só saindo para fazer o essencial. Isto para mim é horrível, gosto de programar os fins de semana, com muitas actividades para toda a família e isso ultimamente não tem sido possível.

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COISAS QUE NÃO SUPORTO

por mimi, em 12.02.09

 

Esta semana fui visitada no meu local de trabalho por uma dupla, pertencente à mesma empresa, que me queria impingir um contrato de telecomunicações, que depois de o analisar, vi que não trazia qualquer mais valia para a empresa onde trabalho, mas adiante, do que queria mesmo falar era sobre duas coisas que não suporto, ainda mais vindas de estranhos. Como acontece no meio empresarial, o cumprimento é sempre feito através de um aperto de mão. Até aqui tudo bem, o pior é quando a mão que nos aperta a nossa está completamente molhada de transpiração , não suporte e não resisto a limpar a minha mão ali mesmo, nem que seja às minhas próprias calças, mas pronto pensei, coitado do senhor, devia vir a conduzir e com o sol a dar no carro, devia tê-lo feito transpirar, mas acho que realmente não tinha sido essa a causa, porque ele esteve comigo cerca de 1h e quando se despediu, voltou a cumprimentar-me e sua mão voltou a estar completamente molhada.

Depois a colega que vinha com ele, resolveu, apesar de não me conhecer de lado nenhum, retirar o cumprimento formal e dar-me dois beijos repenicados e molhados . Não sei de qual dos dois cumprimentos tive mais nojo...

Escusado será dizer que mal eles saíram fui lavar as mãos e o rosto.

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Mais Prémios!!!

por mimi, em 06.02.09

A minha amiga Mafalda, premiou-me com mais dois miminhos.

É uma querida. Aqui ficam:

 

 

 

Não vou passar a ninguém particularmente, mas deixo-os a todos da minha lista aqui ao lado (eu sei que está um pouco desactualizada, mas logo, logo já vou tratar disso).

 

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De volta aos livros

por mimi, em 06.02.09

 

 

 

 

 

Este foi o livro que acabei de ler e acho que foi o livro até hoje que mais tempo levei a terminar.

Sinceramente o que menos gostei da autora.

 

 

 

 

 

  

 

 

 E ontem comecei a ler este:

 

 

 

É o primeiro que leio desta autora. Foi-me oferecido no meu aniversário. Já alguém me tinha falado da autora, que havia de ler um livro dela. Vai ser agora. Depois de acabar, volto a falar aqui sobre este livro. Estou expectante.

 

 

 

 

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Maldita crise ou será do tempo!!!

por mimi, em 05.02.09

 

 

As pessoas andam mal humoradas, parece que todos lhes devem e ninguém lhes paga (o que se calhar em muitos casos até é verdade).
 
Raramente se vê um sorriso no rosto da pessoa que está atrás de nós na fila da caixa do supermercado.
 
Então palavras como obrigado, com licença ou s.f.f, só muito raramente as ouço.
 
Esta é a triste realidade em que a nossa sociedade está mergulhada.
 
Ontem, como já é hábito, ao final da tarde, passei pelo supermercado para fazer algumas compras, e enquanto aguardava pela minha vez na secção do talho, não pude deixar de ouvir e até olhar a senhora que estava a ser atendida, tal era a sua indecisão, se levaria 1 ou 2 kg de miúdos de frango e fazia as suas contas em voz alta, em quanto ficava cada 100 gr. Eu ouvia e olhava distraídamente enquanto pensava no que fazer para o jantar. De repente só vejo a senhora a olhar-me com desprezo e a dizer “Irra, tanto olhar”, eu primeiro ainda olhei para o lado, mas como só lá estava eu, era mesmo para mim, deixou-me sem palavras e sem reacção, o que vale é que acabou logo de ser atendida e foi embora. A senhora do talho olhou para mim e só encolheu os ombros.
 
Ainda não me tinha refeito desta cena, quando me dirijo á caixa para pagar e entrego o MB e quando a senhora da caixa me vai para devolver o mesmo, de repente quando eu já estava com o braço esticado para agarrar, volta a recolher a mão e fica uns bons 2 ou 3 minutos muito séria a olhar para ele. Eu mais uma vez aparvalhada só consegui mesmo dizer “Olhe que não é roubado”, então ela devolve-mo sem dizer nada e sem para mim olhar se quer.
 
Realmente, não percebi, ou o problema é meu e se calhar pareço algum zombie, ou então as pessoas andam todas doidas.
 

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Afinal o que vale a pena...

por mimi, em 04.02.09

 

Depois de ter passado por vários blogues e de ter lido vários desabafos de pais cansados, esgotados, desmotivados, sem perspectivas e depois de também ter lido vários comentários de incentivo, apeteceu-me reflectir sobre este assunto.

 

Mas afinal o que vale a pena valorizar na vida.

 

Será que não devemos ficar felizes por ter filhos desejados saudáveis, ao invés de nos queixarmos sistematicamente que dão muito trabalho e que chegamos ao fim do dia esgotados.

 

Será que não devemos ficar felizes por termos um emprego, apesar de não sermos valorizados e de sermos mal pagos.

 

Será que não devemos ficar felizes por termos uma casa, apesar de todos os meses pagarmos uma prestação altíssima ao banco.

 

Será que não devemos ficar felizes por termos ao nosso lado o companheiro que escolhemos, pai dos nossos filhos, apesar de não ser perfeito.

 

Será que não devemos ficar felizes por todos os dias podermos colocar comida na mesa, apesar de termos que fazer as compras e ter o trabalho de a confeccionar.

 

Será que não devemos ficar felizes por termos amigos, apesar de muitas vezes dar-mos mais do que recebemos.

 

Será que não devemos ficar felizes por termos a casa de pantanas, com brinquedos espalhados por todo o lado, se isso é sinal que temos crianças felizes a brincar, ao invés de estarem apáticas no sofá a olhar para a TV.

 

Será que não devemos ficar felizes, porque o dinheiro não estica e andamos a namorar aquela mala à meses e este mês finalmente vai dar para a comprar.

 

etc., etc., etc.

 

Eu acho que realmente a vida é feita de coisas boas e outras menos boas. E está nas mãos de todos nós, tirar-mos o melhor partido de tudo isto, e se para isso for preciso seguir caminhos diferentes ou alterar prioridades, apesar do muito trabalho que dá, dever-se-á pelo menos tentar.
 
As minhas prioridades e maneira de estar, tiveram que ser alteradas com o nascimento do meu segundo filho. É impossível ter dois filhos, uma casa para cuidar e um emprego a tempo inteiro e conseguir dar a mesma atenção a tudo da mesma maneira. O tempo não estica e então foi preciso definir prioridades.
 
Sempre tive as coisas em casa organizadas e tudo impecavelmente arrumado. Hoje já não posso dizer o mesmo. Para mim o mais importante são os meus filhos e o tempo que passo com eles. Apesar de pouco  é de qualidade. Quantas vezes não chego a casa e em vez de ir tratar do jantar me sento a brincar com o mais pequeno, ou então a ajudar o mais velho com os trabalhos da escola, ou simplesmente a ouvi-lo contar como foi o seu dia.
 
Com isto não quero dizer que é tudo um mar de rosas. Raros são os dias que não me deito esgotada. Mas o mais importante é que me deito sempre com a convicção de que aquele caminho que percorro é o que me deixa feliz e realizada, apesar de não ser tudo perfeito.

 

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