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BOAS FESTAS

por mimi, em 19.12.08

 

 

Venho aqui em jeito de telegrama, porque a falta de tempo tem sido mais que muita, e como entro de férias hoje, desejo a todos aqueles que me visitam umas FESTAS FELIZES e que o novo ano vos traga aquilo que mais ambicionarem.

 

 

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ÚLTIMO ESTÁGIO DO AMOR

por mimi, em 17.12.08

 

Em conversa com um casal amigo, surgiu o tema sexo. E a minha amiga comenta que enquanto o marido tem uma vontade insaciável de sexo, ela pelo contrário, é a última coisa que lhe apetece, depois de um dia de trabalho, os afazeres de uma casa e com dois filhos em idade escolar, que lhe requerem atenção o tempo todo, quando cai na cama, só quer dormir e descansar.

 

Claro, o marido queixa-se, mesmo na nossa presença desse facto tão íntimo.

 

Eu não sendo uma "expert" no assunto, tento chamá-los á razão. E então pergunto ao marido: Quando foi a última vez que sairam só os dois, para um jantar romântico, por exemplo? Ou então, quando foi a última vez que lhe ofereceste flores?

Claro que eles nem se lembravam da última vez em que fizeram um programa romântico. E isso aliado ao stress do dia a dia, especialmente nas mulheres, afecta a vontade e o prazer do sexo.

 

No meu caso, estou casada á 16 anos e claro que já passei por altos e baixos na relação, mas com o tempo, vamos aprendendo a alimentá-la para que ela não morra.

 

E sim, é possível evitar o desgaste duma relação.

 

A nível sexual o mais importante quando passa a fase da paixão é a imaginação, porque senão o casal cai na rotina e aí sim a relação pode começar a ficar abalada.

 

Depois, para quem tem filhos, é muito importante o casal, continuar a dar valor e atenção á relação a dois. Bastam pequenas coisas no dia a dia, um pequeno gesto, uma pequena carícia inesperada, um amo-te saído do meio de um telefonema, etc.

 

O Amor Maduro é tão bom, basta o casal não se dispersar do seu objectivo de vida e evitar cair na rotina.

 

Então a palavra de ordem é IMAGINAÇÂO.

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O MEU NATAL

por mimi, em 16.12.08

 

 O meu natal invariavelmente, este ano, vai ser igual aos últimos.

A noite de natal, depois de casar, comecei a fazê-la em minha casa. Este ano vai ser menos a minha irmã, porque vai passar com os sogros. Então, assim seremos nós quatro lá de casa, os meus pais, a minha sogra e a minha cunhada que normalmente leva o namorado junto, o que perfaz 9 pessoas. Nos primeiros anos de casada, fazia o tradicional bacalhau com todos, ultimamente faço sempre bacalhau, mas de maneiras diferentes. Tento sempre inovar, e como o bacalhau é um alimento que se pode cozinhar de mil maneiras diferentes, é óptimo. Este ano ainda não decidi, como o vou preparar. Então é assim, juntamo-nos por volta das 20h em minha casa e a partir das 20h30 começamos a jantar, adoro decorar a mesa e capricho sempre neste dia, com toalha vermelha, com castiçais dourados, etc. Iniciamos o jantar com diversas entradas, (eu adoro petiscar e faço diversas entradas diferentes, desde vários patés, ao requeijão com mel, tábua de queijos, etc), depois vem o prato principal de bacalhau, a seguir as sobremesas, que também costumam ser várias, desde a mousse de chocolate, ao arroz doce e por fim sirvo o café acompanhado com digestivos e o tradicional bolo de rei, coroa de rei, tronco de natal, etc. Quando acabamos de comer, juntamo-nos todos na sala de estar a ver TV e eu costumo colocar uns copos para licor e as famosas rabanadas, sonhos, etc. e é nesta altura que se distribuem os presentes começando pelas crianças. Nos últimos anos também costumávamos dar presentes aos adultos, este ano vai ser mesmo só às crianças. Depois por ali ficamos, a ver os miúdos a brincar com os presentes, a conversar e a ver TV, até que cada qual vai para sua casa. Nós lá em casa, antes de irmos dormir, colocamos um sapatinho na lareira de cada um e um copo de leite e um prato com bolachas para o pai natal. De manhã quando os miúdos acordam a primeira coisa que fazem é ir ver os presentes que ele deixou. O meu R, já não acredita no pai natal, mas mesmo assim, acompanha o irmão e não se descai.

 

No dia de natal vou sempre passar o dia com os meus pais, a que se junta a minha irmã, o marido e a minha avó. O almoço costuma ser sempre cabrito assado no forno da broa, que todos adoramos, e passamos o dia todos juntos até á noite, ao pé da lareira, a comer e a ver TV.

 

É assim o meu natal.

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Tenho Dias Assim...

por mimi, em 15.12.08

E hoje é um deles...

 

 

Amanhã será outro dia...

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DEVANEIOS

por mimi, em 15.12.08

 

   

Quero acordar,
de manhã,
e de repente
já ter passado
esta quadra festiva,
O natal...
 
Deixa-me deprimida,
triste, decepcionada.
Gostava de não o
comemorar,
falta-me a coragem
de mãe...

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PERIGO!

por mimi, em 12.12.08

 

Todas as escadas rolantes deveriam ter em local visível um sinal de PERIGO.

 

No único shoping existente, aqui nesta pequena cidade, onde vivo, existem escadas rolantes. E já por diversas vezes tomei conhecimento de vários acidentes que aconteceram. Mas nunca tinha assistido a nenhum, e por isso, embora ande nelas com cuidado, nunca tinha pensado no quão perigosas poderão ser.

 

Ontem, quando me encontrava de costas viradas para elas, ouço um grande barulho e quando me volto, deparo-me com um casal de idosos, que iam a subir na escada e um deles deve se ter desequilibrado, o que fez com que caíssem e enquanto a escada continuava a subir, eles iam rebolando um por cima do outro. Os poucos segundos que durou, pareceram-me uma eternidade. Foi horrível, aquela sensação de não se poder fazer nada para ajudar, a não ser desligar a escada. A senhora gritava, e eu só me lembro de me ouvir a dizer: Ai, meu deus; ai, meu deus. Quando desligaram a escada, foi horrível, porque literalmente eles foram elevados no ar, cairam e voltaram a rebolar pela escada, enrolados um no outro. Imediatamente liguei para os bombeiros, para mandarem duas ambulâncias, porque pelo 112 costuma demorar uma eternidade e realmente só demoraram alguns minutos. Enquanto eles não chegaram, o senhor levantou-se, pareceu-me estar bem, só se via um corte numa orelha que sangrava, agora a senhora, estava muito branca e continuava deitada, enrolada, sem se mecher. Entretanto, também tive que me sentar, comecei a ficar mal disposta, com a sensação de que ia desmair (não era boa para ser médica ou enfermeira). Os bombeiros chegaram e eu tive que me ir embora, porque estava durante o meu horário de trabalho.

Depois disso, soube que o senhor além do corte ao pé da orelha, não teve mais nada, agora a senhora, partiu uma perna e duas costelas, além de um ferimento na cabeça, em que levou pontos.

Não sei se estas escadas cumprem todos os requesitos de segurança, mas o que eu sei, é que quase todas as semanas há alguém que tropeça e cai nelas. Desta vez foi um pouco mais grave, espero que não seja preciso haver outro acidente parecido ou pior que este, para se mandar fazer uma vistoria à escada, porque acho que são muito íngremes e muito estreitas.

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FALTA DE TEMPO

por mimi, em 11.12.08

 

O meu trabalho é assim, é feito de picos de trabalho, e neste momento, estou com tanto trabalho que nem sei como vou dar conta do recado, com prazos que têm que ser cumpridos á risca e por vezes rodeada de incompetentes que em vez de ajudar só atrapalham, está a ser difícil e tenho visto-me na obrigação de chegar mais cedo e sair mais tarde.

 

Mas, hoje ao vir para o serviço, ouvi uma notícia que me despertou a atenção. Vinha eu a conduzir, com o rádio ligado na RFM e então eles saem-se com esta, que parecia dirigida em exclusivo só para mim.

 

Então é assim: "Para aqueles muito atarefados e que têm a sensação de que o tempo se evapora, uma notícia extraordinária, o ano de 2008 é maior, tem mais tempo que os outros anos, (foi aqui que fiquei de ouvido á escuta), pois é, informo que este ano vamos ter mais 1 segundo que os outros, (leram bem, um segundo)".

 

Extraordinário, 1 segundo, bem lá mandei uma gargalhada sozinha e comecei a pensar, então quando estivermos a chegar á meia-noite e a fazer aquela contagem dos segundos finais para dar as boas vindas ao novo ano, como vamos fazer? Será qualquer coisa assim: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1,.. 1, 0.

 

Pois não faço a mínima ideia, mas pronto, temos mais um segundinho, que eu vou aproveitar gastá-lo a abraçar os meus filhos e o trabalho que se lixe, no novo ano estará cá á minha espera.

 

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UMA DAS MINHAS PREFERIDAS

por mimi, em 09.12.08

O blog dos blogs , lançou um desafio interessante: elegermos a melhor canção de amor.

Tarefa difícil esta. Foi tão difícil decidir-me. Resolvi optar por uma canção portuguesa e por um intérprete de que gosto muito.

 

 

 Paulo Gonzo

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Gosto Pessoal

por mimi, em 04.12.08

 
Perguntava-me ontem um amigo, enquanto conversávamos sobre músicas, letras e cantores portugueses:
 
Amigo - Então e do Pedro Abrunhosa,  gostas?
 
Eu – Gosto muito das letras e das músicas de todas as canções dele, agora não hesitava em colocar ali outra voz, assim sim, as músicas sairiam estrondosas.
 
Amigo – Não respondeste á minha pergunta, gostas ou não dele?
 
Eu – É pá, é preciso explicar tudo, vê lá se queres que te faça um desenho. Não, não gosto, acho que tem voz para tudo menos para cantar e não me venhas com a treta de que é um estilo diferente. Para mim ou se tem voz para cantar ou não.
 
 
Ó Pedro, desculpa lá, mas é a minha opinião, acho que és um excelente músico e compositor, só a parte da interpretação é que não atino. 

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Amigos de infância

por mimi, em 04.12.08

 

 

 

 

Era uma vez...
 
Era uma vez uma menina, que vivia numa cidade grande, numa rua estreita, na zona histórica da cidade, onde não era permitido a circulação de carros, e onde viviam muitas outras meninas. Mas as suas melhores amigas eram 2 meninas de nacionalidade brasileira que eram gémeas e que tinham uns nomes engraçados e pouco vulgares para a época, uma chamava-se Jane e a outra Cátia e havia ainda outra menina que se chamava Paula Baptista. Andavam sempre juntas, eram um grupo de 5 raparigas, porque a menina também tinha uma irmã que fazia parte do grupo. Iam para a escola juntas, depois a seguir ou iam para a piscina, onde praticavam natação, ou para a música onde andavam a aprender a tocar piano, ou ainda iam para casa de duas irmãs, solteiras, já muito idosas que se ofereceram para as ensinar a bordar, escusado será dizer que nenhuma aprendeu a tocar piano nem a bordar, porque faziam tal algazarra e diziam tantos disparates que riam do princípio ao fim.
 
A vida delas corria na perfeição, da escola, para as actividades e ainda sobrava tempo para fazerem várias brincadeiras em casa umas das outras. Eram pouco vigiadas pelos pais, porque estavam todos muito ocupados, ali mesmo ao lado, cada qual tinha o seu negócio, os pais das irmãs gémeas tinham um tipo de tasca, onde também serviam refeições, os pais da Paula tinham uma mercearia, e os pais da menina e da irmã tinham um restaurante. E eram assim, os negócios ficavam no r/c e no 1º andar eram as suas habitações.
 
Até que por volta dos 11 anos da menina, a vida deste grupo de amigas se desmorona, porque os pais dela decidem vender o restaurante e voltar para a sua terra natal, onde tinham uma casinha, e durante esse ano ainda, os pais das gémeas, fecham a tasca e compram uma banca de fruta no mercado da cidade e só os pais da Paula que tinham a mercearia, por lá se mantiveram, embora ela passado uns tempos tenha ido viver com a irmã mais velha, por esta residir mais próximo da escola.
 
A menina foi a que se mudou para mais longe, cerca de 35km a separava das suas amigas. Nesse tempo, não era como hoje, em que esta distância se faz facilmente, embora os seus pais já tivessem automóvel, só o utilizavam em situações excepcionais, o que fez que a menina e a sua irmã, só passado 1 ano, conseguisse ir visitar as suas amigas, e então veio a decepção e a tristeza, porque uma amizade que tinha tudo para ficar para a vida inteira se desmoronou ali mesmo á porta de casa das suas amigas gémeas, que as receberam friamente, como se tratasse de alguém que mal conhecessem. Ela e a irmã, não passaram do rebate da porta, porque as suas antigas amigas, agora tinham arranjado novos amigos e estavam cheias de pressa de ir ter com eles, que não quiseram despender de alguns minutos para matar saudades, e depois disso só se voltaram a ver por mais uma vez, por mera coincidência, mas esta menina já se tinha apercebido, que aqueles tempos de infância maravilhosos que passou, jamais voltariam.
 
Essa menina era eu.
 

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